Energia que vem do céu…

Essa é uma das história que mencionam sucesso, ainda que a crise esteja batendo na porta da sociedade brasileira. Em últimos anos, as fontes energéticas fotovoltaicas e eólicas seguem nadando contra correntezas, fazendo registros de avanços! Só em 2017, a instalação de energia eólica teve um crescimento de 28,1%, aumentando a marca de 12,8 gigawatts, em distribuição entre pouco mais que 500 parques de geração. Isso é o que equivale a 8,1% de toda a capacidade brasileira. Essas estatísticas são da EPE – Empresa de Pesquisa Energética. Sobre a energia solar, houve um salto que impressionou: 4.470% em somente 12 meses. Em início de 2017, compreendiam apenas 21 megawatts, e em janeiro de 2018, já alcançavam a margem do 1º gigawatt. Esse quantitativo, contudo, precisa ser avaliado moderadamente: a energia solar permanece sendo a lanterninha do sistema nacional de geração, com somente 0,6 % da potência com instalação brasileira.

Em relação aos grandes parques

Um quantitativo maior que metade do salto de energia solar surgir de somente dois empreendimentos, com inauguração no mês de setembro:

  • a usina de Nova Olinda – em Piauí;
  • a usina de Ituverava – na Bahia.

Juntas, as empresas têm um potencial de 546 MW, capacidade com suficiência para o abastecimento de quase 570mil residências. A construção e operação pelo grupo Enel da Itália, que promoveu o investimento de US$ 700milhões em projetos, caracterizam-se os mais complexos da categoria pela América do Sul.

Em relação à residências

Além de projetos gigantes, a energia solar se popularizou em casas e residências, em geral, como uma alternativa de reduzir a conta de luz. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, em final de 2016 e início de 2017, o país tinha apenas 7mil unidades em instalação. Doze meses mais tarde, concluía-se a quantidade maior que 16mil.Uma das razões que auxiliou corresponde a queda de custos de equipamentos. De acordo com o Atlas de Energia Solar, os valores caíram 90 %.

Natureza que ajuda o país

Trata-se de um tipo de vocação natural para o país brasileiro. De acordo com o Atlas do Potencial Eólico Brasileiro de 2001, haveria a possibilidade de instalação de até 143,5 GW em relação a gerador de energia eólica no Brasil.Para considerar a representação desse fato, atualmente o Brasil apresenta a capacidade de produção de uma média de 150,3 GW, de acordo com o Balanço Energético Nacional de 2017. Isto quer dizer, então, que haveria a possibilidade de multiplicar esse valor apenas com o vento.

A velocidade dos ventos

Em relação aos nossos ventos, há a diferenciação não apenas pela velocidade, porém, ao mesmo tempo, pela regularidade constante e incomum. A constância dos ventos promove um aumento do rendimento de aerogeradores. Trata-se de uma relação expressiva pelo denominado “fator capacidade”, que diz respeito a porcentagem do tempo em que os aparelhos estão aptos a geração de energia. Ao passo que média do mundo compreende 25%, aqui no país brasileiro, esse valor chega a 50 %. Considera-se, de acordo com os especialistas, o melhor vento do mundo.

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